Start-ups de saúde avanção com nova regulamentação

O uso da telemedicina no Brasil acontece desde 2020 quando a pandemia de covid-19 assolou o mundo. Para que seu uso fosse aceito, foi necessária uma regulamentação de emergência.

Uma vez que a situação no país estava muito ruim. No entanto o que veio como uma forma de desafogar as unidades de saúde que estavam cheias, acabou por se tornar uma outra opção do serviço.

Mas, em maio de 2022 a regulamentação da teleconsulta teve sua publicação feita no Diário Oficial da União. A Resolução CFM n°2.314/22 que o Conselho Federal de Medicina divulgou mostra as normas as quais os profissionais devem seguir em todo território nacional.

Porém, com essa aprovação pode-se se observar que houve uma alta com relação a expansão de startups. Isso se deu por conta dessa regulamentação.

Quer saber mais? Então continue lendo este artigo e descubra mais sobre o assunto e os impactos que isso pode causar.

Regulamentação da telemedicina

No início da pandemia de convid-19 a telemedicina foi aceita em caráter emergencial. A medida era provisória e iria servir como uma forma de desafogar o sistema de saúde.

Isso porque hospitais, clínicas, unidades básicas estavam cheias. As pessoas estavam indo em busca de atendimento e isso acaba por gerar uma sobrecarga.

No entanto, no início de maio de 2022 a Resolução que regulamenta a modalidade teve por fim uma aprovação. Dessa forma, acontece um aumento de empresas que tem como foco o atendimento a distância e outros serviços digitais.

Existe uma espécie de ranking que diz que no Brasil existe cerca de 215 healthtechs ativas pelo país. E mais ou menos 45% delas tiveram sua fundação entre os anos de 2019 e 2021.

Além disso 52% delas tem suas sedes no Sudeste. Então entre elas cerca de 16,7% se dedicam a atuar com serviço de telemedicina.

Visto que com a aprovação agora definitiva do CFM, esses profissionais podem fazer a primeira consulta de forma online. Algo que antes não se permitia pois havia um veto sobre essa prática.

Agora é possível oferecer teleconsulta como uma opção em casos de sintomas mais leves de gripe ou covid-19. Bem como, existe a chance de atender pessoas que residem em outras regiões.

Mas, é importante pontuar que além do sistema privado, existe alguns estados e munícipios já contam com serviço de assistência remota por meio do SUS. A ideia é que no futuro isso seja algo presente em todas as UBS do país, como uma forma de todos terem acesso a saúde.

Qual o objetivo com a regulamentação da telemedicina?

Bem, o principal objetivo com essa regulamentação é que mais pessoas tenham acesso aos serviços de saúde. Assim como ser uma opção além dos pontos físicos.

Visto que com a teleconsulta é possível desafogar as unidades básicas de saúde físicas. Por exemplo, em casos de sintomas gripais leves, ou sintomas de covid-19, o atendimento online é uma opção muito melhor.

Dessa forma não é preciso sair de casa, o que torna tudo mais cômodo tanto para o médico quanto para o paciente. Caso o médico avalie que a situação é mais grave, será preciso ir até um pronto-socorro.

No entanto, é importante pontuar que no que diz respeito ao setor privado, a telemedicina tem sido um sucesso. Muitos especialistas tem posto seus serviços dessa forma, profissionais de psicologia são um exemplo.

Por outro lado, no setor público é algo que ainda precisa de muita evolução. Mesmo que o SUS atualmente ofereça serviço remoto de atendimento, ainda tem muito o que melhorar.

Em 2020, houve o aparecimento do TeleSUS, o qual teve seu lançamento durante a pandemia. O TeleSUS foi útil e conseguiu atender em seus primeiros 2 meses cerca de 73,3 milhões de pessoas em todo o país.

Os dados são do Ministério da Saúde, que fez os cálculos de todos os números. Mas, infelizmente esse projeto só funcionou mesmo lá no auge dos casos de covid, isso com o fato de que era possível tirar dúvidas pelo WhatsApp e até mesmo por tutoriais dentro do aplicativo.

Logo para que você saiba e não caia em uma cilada por aí, hoje em dia o Governo Federal não possui nenhuma ferramenta que seja exclusiva para esse atendimento. Porém o Ministério da Saúde liberou os munícipios para que ofereçam serviços dentro da telemedicina de forma provisória.

O avanço da telemedicina

Como citamos acima, no setor privado o serviço de atendimento remoto foi um sucesso. Então é possível notar que muitas empresas privadas estão deixando em aberto esse modelo de serviço.

Agora que existe uma resolução e o serviço é regulamentado pelo CFM, é possível que os médicos optem por aderir ou não. Sabemos que os tempos estão mudando, a tecnologia na saúde está muito mais presente no dia a dia da população do que tempos atrás.

Por isso, a teleconsulta é uma realidade atual e futura. O serviço de atendimento remoto é cheio de vantagens, a distância entre médico e paciente é menor, sem falar que é muito mais cômodo pois não precisa sair de casa e se expor em filas em um local cheio.

Ou seja, o serviço é ótimo e pode atender tanto adulto quanto crianças. Para o atendimento pediátrico, é uma ótima opção principalmente no caso de uma gripe mais leve, o primeiro contato com o médico pode ser feito online.

Conclusão

Por fim, mostramos algumas informações sobre como a telemedicina vem avançando. As empresas fechadas tendem a aderir a modalidade e deixar a disposição dos pacientes como uma outra opção de atendimento.

Durante a pandemia foi algo que ajudou muito. Isso nem só para desafogar os hospitais, mas porque o momento pedia uma distância e o serviço remoto possibilita isso.

Assim tanto médico quanto paciente ficam seguros. Uma vez que estarão ambos em suas casas, sem correr o risco de se expor mais a vírus, nem expor outras pessoas.

Mesmo que a consulta presencial seja uma forma mais segura para muitos, não se pode negar que o mundo está em evolução constante. Logo é algo a se considerar e passar a ver de forma positiva, uma modalidade não anula a outra.

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