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Vice-governador do RS promete “dignidade” para desalojados com cidades provisórias: saiba como serão

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Dignidade acima de tudo: Vice-governador do RS promete cidades provisórias humanizadas para desalojados

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As fortes chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul (RS) deixaram um rastro de destruição e milhares de pessoas desalojadas. Para amenizar o sofrimento da população, o vice-governador do estado, Gabriel Souza (MDB), anunciou a construção de cidades provisórias que priorizarão a “dignidade” das pessoas.

Em entrevista coletiva realizada nesta sexta-feira (17/5), Souza reconheceu que a situação dos desalojados é precária, com falta de infraestrutura básica nos abrigos atuais. “Não há hoje nos abrigos número de chuveiros suficiente. Há crianças, idosos, autistas, mulheres sozinhas com filhos e animais de estimação aos milhares”, afirmou.

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Para garantir melhores condições de vida aos desalojados, as cidades provisórias serão equipadas com:

  • Posto de saúde: Para atendimento médico e odontológico.
  • Brinquedoteca: Para garantir a diversão das crianças.
  • Espaço para animais de estimação: Para que os pets possam ficar ao lado de seus donos.
  • Chuveiros e banheiros do lado externo: Para maior conforto e higiene.
  • Dormitórios: Com camas e colchões para um descanso digno.
  • Espaço multiuso (TV e computadores): Para lazer e informação.
  • Fraldário: Para atender às necessidades dos bebês.
  • Espaço para amamentação: Para as mães poderem alimentar seus filhos com tranquilidade.
  • Lavanderia: Para lavar roupas e outros itens pessoais.
  • Refeitório: Para servir refeições nutritivas.
  • Cozinha: Para o preparo de alimentos.

As cidades provisórias serão instaladas em áreas pré-definidas em Canoas, Porto Alegre, São Leopoldo e Guaíba. A previsão é que sejam entregues entre 15 e 20 dias após a assinatura dos contratos.

Plano Rio Grande: Reconstruindo o estado gaúcho

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Em conjunto com o anúncio das cidades provisórias, o governador do RS, Eduardo Leite (MDB), apresentou o Plano Rio Grande, um conjunto de medidas para a reconstrução do estado. O plano prevê ações em curto, médio e longo prazo, com foco em áreas como:

  • Aeroportos: Reconstrução e reparo de infraestrutura aeroportuária.
  • Rodovias: Recuperação de estradas danificadas pelas chuvas.
  • Residências: Reconstrução e reforma de casas atingidas pelas inundações.
  • Escolas: Reconstrução e reforma de escolas danificadas.
  • Unidades de saúde: Reconstrução e reforma de hospitais e postos de saúde.
  • Equipamentos de segurança estadual: Reconstrução e reforma de delegacias, quartéis de bombeiros e outros equipamentos.
  • Habitação de abrigos: Construção de moradias definitivas para as famílias desalojadas.
  • Saneamento básico: Implementação de medidas para melhorar o sistema de saneamento básico do estado.

O Plano Rio Grande é um esforço conjunto do governo do estado, municípios, entidades da sociedade civil e comunidade em geral. O objetivo é reconstruir o Rio Grande do Sul de forma mais forte e resiliente, preparada para enfrentar novos desafios climáticos.

Um futuro com esperança

As chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul causaram um grande estrago, mas não abateram o ânimo do povo gaúcho. Com a força da comunidade e o compromisso do governo do estado, o RS se reerguerá e seguirá em frente. As cidades provisórias e o Plano Rio Grande são exemplos da esperança que move o estado neste momento de reconstrução.

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