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Assassinato de fã de Taylor Swift por criminoso recém liberado da prisão gera debate sobre falhas no sistema penal brasileiro

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Estamos aqui para discutir um tema relevante ao ceio social brasileiro: a segurança pública, em especial, um caso recente de reeliberação de um criminoso que culminou no assassinato de um fã da cantora Taylor Swift. O caso reforça um amplo debate sobre a efetividade do sistema penal brasileiro.

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A história tomou contorno trágicos neste domingo (19) quando um homem, recém saído da prisão, é suspeito de ter assassinado um jovem na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Fã da famosa cantora Taylor Swift, a vítima de 25 anos, que residia em Minas Gerais, havia se deslocado até a capital carioca para assistir a um show da artista.

assassino de fã de taylor Swift
Foto: Reprodução Band

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O suspeito e a reincidência criminal

Segundo informações da Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ), o suspeito havia saído da prisão cerca de 12 horas antes do crime, após uma audiência de custódia. O homem havia sido preso pelo roubo de 80 barras de chocolate em uma loja na mesma região de Copacabana. O seu histórico criminal contabiliza seis anotações, entre as quais figuram crimes de homicídio e roubo.

Acrescenta-se ainda que haja a suspeita de ação conjunta com outros dois comparsas, que carregam em seus registros ampla folha de antecedentes penais, que incluem crimes como roubo, homicídio, porte de arma de fogo, lesão corporal, furto e receptação. Desses, apenas um ainda está foragido.

Como o caso repercutiu entre as personalidades públicas?

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A situação motivou duras críticas de personalidades públicas como o ex-deputado federal Deltan Dallagnol (Novo-PR), que atribuiu a tragédia às leis penais e processuais brasileiras e ao Judiciário, acusado de ser leniente com o crime. “O mau exemplo vem de cima: quando o STF solta corruptos poderosos, juízes aqui embaixo fazem o mesmo com criminosos de rua, resultando na morte”, escreveu Dallagnol, repercutindo as palavras da escritora Glória Pérez.

Tais eventos acendem a necessidade de se discutir e revisar o sistema penal brasileiro e as políticas de segurança pública, a fim de evitar situações semelhantes no futuro.

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