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Desemprego no Brasil atinge menor índice desde 2015, impulsionado por crescimento no setor de serviços

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Brasil fecha o trimestre com queda na taxa de desemprego, aponta IBGE

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No trimestre terminado em setembro, a taxa de desemprego no Brasil caiu para 7,7%, o nível mais baixo desde o mesmo período em 2015, segundo dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Isso representa uma queda de 3,8% no trimestre e de 12,1% no ano.

Essa redução na taxa de desocupação foi consequência do crescimento significativo no número de pessoas empregadas e também da diminuição da quantidade de indivíduos buscando trabalho. Em números absolutos, o desemprego atingiu 8,3 milhões de brasileiros, o que é cerca de 100 mil pessoas a menos em comparação com o trimestre anterior, concluído em junho deste ano.

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O que contribuiu para a queda na taxa de desemprego?

“A queda na taxa de desocupação foi induzida pelo crescimento expressivo no número de pessoas trabalhando e pela retração de pessoas buscando trabalho no terceiro trimestre de 2023”, explicou Adriana Beringuy, coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílios do IBGE.

Adriana destacou que houve um aumento na quantidade de postos de trabalho formais. Comparando com o trimestre finalizado em junho, a ocupação no mercado de trabalho avançou 0,9%. Isso significa que quase 1 milhão (929 mil) de pessoas adicionais estão trabalhando no país, sendo que mais da metade (587 mil) foi contratada com carteira de trabalho assinada.

Foto: Reprodução

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Setores que se destacaram na geração de empregos

Entre os dez setores econômicos analisados pela pesquisa do IBGE, o que mais se destacou na geração de empregos foi o setor de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, que absorveu 420 mil novos trabalhadores.

Segundo Adriana, o setor de serviços financeiros e locação de mão de obra foi responsável pela elevação da contratações formais. Além de atuar de maneira notável na pós-pandemia, com foco em serviços de tecnologia da informação, também houve um crescimento relacionado aos serviços de locação de mão de obra, administrativos, jurídicos e financeiros.

Apesar da queda no desemprego, a informalidade continua alta

Adriana Beringuy ressaltou que, apesar do incremento do trabalho formal, a expansão da ocupação informal se manteve em níveis significativos. O mercado de trabalho absorveu 631 mil trabalhadores formais e 299 mil informais no trimestre, e a taxa de informalidade chegou a 39,1%, ficando estável na comparação trimestral. Ou seja, de todas as pessoas trabalhando, 39 milhões estão na informalidade.

E o rendimento médio dos trabalhadores?

O rendimento médio real no Brasil foi estimado em R$ 2.982 em setembro. De acordo com o IBGE, considerando os efeitos da inflação no período, houve ganho real para o trabalhador brasileiro. Na comparação trimestral, o aumento no rendimento médio foi de R$ 49, enquanto no ano chegou a R$ 120, valores que correspondem a uma alta de, respectivamente, de 1,7% no trimestre e 4,2% no ano.

Com o aumento no rendimento médio, a massa de rendimentos no país, estimada em R$ 293 bilhões, atingiu novamente o maior patamar da série histórica da pesquisa. Frente aos três meses anteriores, o aumento foi de 2,7%.

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