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Recuperadas 19 das 21 metralhadoras furtadas do exército: Operação em busca das restantes continua

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Furto de metralhadoras do Exército: 19 armas já foram recuperadas

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O Comando Militar do Leste (CML) e a Polícia Civil do Rio de Janeiro, realizaram uma operação bem-sucedida pela madrugada desta quarta-feira (1/11/2023), recuperando mais duas das 21 metralhadoras furtadas do Arsenal de Guerra em Barueri, São Paulo. O desaparecimento dos armamentos foi registrado durante uma inspeção no dia 10 de outubro.

A descoberta da operação também revelou um agregado surpresa: um fuzil calibre 7,62, de origem desconhecida e que está em processo de investigação. O Exército brasileiro segue a todo vapor em busca das duas últimas metralhadoras ainda desaparecidas.

Com o diretor do Arsenal de Guerra de São Paulo (AGSP) afastado do cargo, as investigações apontam que as armas “inservíveis”,depois de recolhidas para manutenção, teriam como destino final a facção PCC. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, por sua vez, acionou as polícias Militar e Civil do estado para cooperar na localização das armas furtadas e na identificação dos culpados. De grande poder destrutivo, treze das 21 metralhadoras são calibre ponto .50, com capacidade para destruir aeronaves.

Foto: Carta Capital

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Quais são as consequências desse furto para a segurança pública?

A gravidade do furto expande as preocupações com a segurança pública, agora não só reforçando as investigações em curso, mas também impulsionando revisões de processos dentro da Organização Militar. Militares responsáveis pela fiscalização e controle do armamento podem responder tanto na esfera administrativa quanto disciplinar caso sejam identificadas irregularidades em seu trabalho. Segundo o Comando Militar do Sudeste, os militares de carreira estarão sujeitos a conselhos de justificação ou disciplina, enquanto os temporários serão expulsos.

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Onde as outras metralhadoras foram encontradas?

No dia 21 de outubro foram encontradas nove armas dentro de uma área de mata em São Roque, interior de São Paulo. As investigações apontam que essas metralhadoras seriam vendidas para a facção criminosa PCC. De acordo com Guilherme Derrite, secretário de Segurança Pública de São Paulo, as armas “tinham endereço certo”, sendo tanto o Comando Vermelho como o PCC apontados como “destinatários finais desse armamento”.

Qual o próximo passo na investigação?

Ainda restam duas metralhadoras a serem recuperadas, e as investidas do Comando Militar do Leste e da Polícia Civil do Rio de Janeiro são incansáveis para fechar a lacuna deste caso e, finalmente, resolvê-lo. Simultaneamente, toda a estrutura militar se mobiliza para rever processos que possam evitar futuros incidentes semelhantes. O exército, à frente das investigações, mantém a população informada sobre avanços e trabalha com a máxima dedicação para manter a segurança e a ordem pública.

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