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Ciganos sofrem golpe devastador com perda de R$ 600 milhões em ouro

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O “golpe do ouro” abala comunidade cigana

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A tentação de um lucro de 100% em 30 dias levou o autônomo Guilherme Armando, de 24 anos, a apressar a venda de seu carro por R$ 150 mil para investir em ouro. Com a promessa de dobrar o capital, o negócio atraiu até mesmo seus familiares que, no total, investiram R$ 2 milhões desde fevereiro de 2023. No entanto, descobriu-se que tudo não passava de uma armadilha, conhecida como o “golpe do ouro”, que supostamente fez 2 mil vítimas na comunidade cigana.

O golpe, de acordo com a Polícia Civil, era orquestrado por Oscar Gaich, o Yoska, e Oscar Gaich Filho, o Tato, membros de uma família cigana tradicional de São Paulo. Supostamente, eles arrecadaram ao menos R$ 600 milhões de seus próprios “irmãos” ciganos, conforme apontam as primeiras investigações. Embora 300 vítimas já tenham procurado a delegacia, representa os das possíveis vítimas projetam um total de 2 mil espalhadas entre Brasil, Argentina, México e Estados Unidos.

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Foto: Reprodução UOL

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Como o golpe funcionava?

O golpe iniciou-se em fevereiro de 2023. Pai e filho, que são empresários, teriam explorado da confiança que a comunidade cigana depositava em sua família para atrair investimentos. Em um vídeo, Tato afirmava que o retorno do investimento era de 50% em 15 dias ou 100% em 30 dias. Com a alegação de que usavam o dinheiro do investimento para comprar ouro a preços baixos de um fornecedor e, posteriormente, revender por até quatro vezes o valor.

A ostentação de um estilo de vida luxuoso nas redes sociais, com postagens de malas de dinheiro, joias caras e carros de luxo, contribuiu para a sensação de que o negócio era real e lucrativo. Foi exatamente esse status que atraiu Guilherme, que vendeu um carro avaliado em R$ 200 mil por R$ 150 mil, esperando recuperar o valor duplicado.

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O que deu errado?

O plano começou a ruir na primeira semana de outubro quando os pagamentos começaram a atrasar e desculpas diferentes foram apresentadas. No grande golpe final, os ciganos descobriram que a família Gaich residia agora em hotel de luxo depois que invadiram a mansão deserta da família. O golpe provocou prejuízos diversos, desde pessoas que tomaram empréstimos de agiotas até aqueles que perderam as próprias casas ao vendê-las para investir.

Que ações legais foram tomadas?

O Departamento de Investigação Criminal (Deic) da Polícia Civil de São Paulo está investigando o caso desde 15 de outubro. A intenção é reunir todas as provas possíveis e detalhar os bens dos suspeitos para eventual bloqueio na tentativa de ressarcir as vítimas. Os suspeitos são investigados por estelionato e associação criminosa, enquanto a polícia examina os bens da família Gaich buscando sinais de lavagem de dinheiro.

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