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Google condenado a pagar R$5,8 milhões por discriminação de gênero no local de trabalho

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Google é condenado a pagar indenização de R$5,8 milhões em caso de discriminação de gênero

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A diretora de engenharia do Google Cloud, Ulku Rowe, conquistou uma vitória significativa na batalha contra a discriminação de gênero no local de trabalho. Rowe, que abriu um processo contra o Google em setembro de 2022, alegando ser vítima de discriminação de gênero, recebeu uma indenização de US$ 1,15 milhão, o equivalente a cerca de R$ 5,8 milhões.

No processo, Rowe alegou que foi contratada pelo Google em 2017 para um cargo de menor nível e remuneração em comparação com homens com experiência similar que desempenhavam as mesmas funções. Além disso, a executiva afirmou que foi preterida em uma promoção para um colega masculino menos qualificado como retaliação por ter denunciado a situação.

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O veredicto do caso de discriminação de género no Google

Na última sexta-feira (20) um júri de Nova York decidiu a favor de Rowe. No entanto, o júri não considerou que o Google tenha violado a lei de igualdade salarial do estado. Essa decisão vem em um momento crucial, quase cinco anos após cerca de 20 mil funcionários do Google organizarem uma greve exigindo mudanças na postura da empresa em relação à má conduta sexual e à discriminação.

Por que Ulku Rowe foi contratada por um salário menor?

Rowe, que possui 23 anos de experiência nos setores de serviços financeiros e tecnologia, assumiu seu cargo no Google no nível oito, enquanto homens contratados no mesmo período e com suposta menor experiência foram admitidos no nível nove. Desta forma, ela ganhava cerca de 25% menos que seus colegas masculinos.

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O posicionamento do Google sobre o caso

O Google, por outro lado, discorda do veredicto. Courtenay Mencini, porta-voz da empresa, afirmou em um comunicado que “a justiça é absolutamente crítica para nós e acreditamos fortemente na equidade de nossos processos de nivelamento e compensação”. Apesar disso, a empresa se mantém contrária à conclusão do júri de que Rowe foi discriminada por causa de seu gênero ou que sofreu retaliação por levantar questões sobre seu salário, nível e gênero.

Foto: Pinterest

Este é o primeiro processo desse tipo enfrentado pela gigante da tecnologia desde a paralisação de 2018 contra a má conduta sexual e a discriminação

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