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Ministério da Saúde investiga contratos de mais de R$ 1 bilhão do governo Bolsonaro; entenda

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Investigação ameaça integridade do Ministério da Saúde

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Uma notícia bombástica atingiu o cenário político brasileiro. Acontece que o Ministério da Saúde está atualmente fazendo uma investigação profunda por conta de contratos assinados com superintendências estaduais durante a gestão do presidente Bolsonaro. Estes contratos, que anualmente somam aproximadamente R$11,5 milhões, foram apontados como frutos de má conduta durante suas assinaturas. A gravidade deste caso é tamanha que instaurou um clima de desconforto e tensão.

Além dos contratos com as superintendências, também estão sendo analisados os negócios que envolvem vigilância, aluguel de imóveis, suporte a creches e muitos outros serviços. Em março deste ano, um relatório do órgão solicitava atenção especial a três contratos em específico, fechados com as superintendências do Rio de Janeiro e do Acre. Porém, o escândalo não para por aí: cinco contratos antigos também foram alvo, somando o colossal valor de R$ 1,1 bilhão por ano.

Escândalo no Ministério da Saúde
Foto: Reprodução rc832

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Quais são os contratos investigados pelo Ministério da Saúde?

Diversos contratos foram apontados como suspeitos em razão de diversas variáveis, envolvendo vários grupos e indivíduos. Dentre eles, as empresas Confederal Rio Vigilância e G&E Serviços Terceirizados, além do indivíduo José Marinho Campelo, destacam-se por representar os maiores valores e situações irregulares.

Afinal, o que aconteceu em cada contrato?

O primeiro contrato em questão, é o da Confederal Rio Vigilância, que foi contratada para oferecer serviço de segurança para a Superintendência do Ministério da Saúde no Rio de Janeiro e custa R$ 9,4 milhões anualmente. A gravidade aqui é que esta renovação de contrato aconteceu sem a devida autorização, indicando uma possível ilegalidade.

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O próximo contrato é o da G&E Serviços Terceirizados, contratada pela Superintendência para prestar serviço para a Creche Albert Sabin, no Centro do Rio de Janeiro. Com este contrato, o valor anual era de R$ 1,9 milhão. Este contrato, assim como o primeiro, foi renovado sem autorização.

Pessoa física, ele foi contratado pela Superintendência do Ministério da Saúde no Acre para alugar um imóvel em Rio Branco, pelo valor de R$ 226 mil ao ano. Acontece que, mesmo após o término do contrato em dezembro do ano passado, os pagamentos continuaram a ser feitos, o que é considerado uma irregularidade de grande porte.

Agora, instaurada a crise, cabe ao Ministério da Saúde a tarefa de apurar e punir as irregularidades apontadas nos contratos e adotar medidas para evitar a reincidência dessas situações. Resta agora aguardar quais serão as decisões tomadas pelo órgão diante deste cenário.

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