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STF inicia HOJE julgamento histórico de réus acusados nos atos de destruição de 8 de janeiro

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STF inicia julgamentos de réus envolvidos nos atos de janeiro

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O Supremo Tribunal Federal (STF) começou uma nova etapa importante na justiça brasileira. O dia de hoje, marca o começo dos julgamentos dos primeiros réus envolvidos nas ações que chocaram o país em janeiro.

Antes da sessão, os investigadores envolvidos nos casos analisaram mais de 1,3 mil horas de imagens das câmeras de segurança, a fim de identificar todos os suspeitos. Esta etapa de coleta de provas é fundamental para embasar as acusações da Procuradoria-Geral da República (PGR).

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Quem são os primeiros réus envolvidos nos atos de janeiro?

Neste primeiro ciclo de julgamentos, o STF irá analisar os casos de quatro réus: Aécio Lúcio Costa Pereira, Thiago de Assis Mathar, Moacir José dos Santos e Matheus Lima de Carvalho Lázaro.

Estas pessoas são acusadas de serem os executores da ação, que levou à depredação de prédios públicos, e respondem por diversos crimes, incluindo associação criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dentre outros. Até o momento, apenas Santos está em liberdade.

Como foi a investigação dos atos de janeiro?

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Para garantir a veracidade das acusações, a Polícia Federal realizou um trabalho minucioso de investigação. Os peritos analisaram as imagens capturadas por mais de 200 câmeras de prédios públicos, filmadas entre o meio-dia e as 19h.

Além disso, eles ainda receberam vídeos feitos por celulares e enviados pelo canal de denúncia criado pelo Ministério da Justiça. Com todo este material, uma equipe de 27 profissionais focou na análise facial e na descrição das cenas ocorridas nos locais invadidos.

Qual o principal objetivo destes julgamentos do STF?

A PGR requereu punições exemplares, com penas que podem chegar até 30 anos. As defesas, por outro lado, alegam que seus clientes estavam envolvidos em manifestações pacíficas que foram transformadas em evento violento por infiltrados, e que não houve a individualização da conduta dos acusados.

Independentemente do resultado, este julgamento é de extrema importância para a história da democracia no Brasil, servindo de alerta para que atos como estes não se repitam.

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