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Maior e mais diversificado: O novo Brics com 11 membros em números

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O novo BRICS: Potência simbólica nos recursos naturais e energéticos globais

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Com a recente adição de seis novos membros – Argentina, Egito, Etiópia, Irã, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos – o agora BRICS de 11 países está mudando a dinâmica dos mercados de recursos naturais e energéticos em todo o mundo. Juntos, esses 11 países controlam uma enorme quantidade de recursos naturais vitais, representando 72% dos minerais de terras raras e 42% do petróleo mundial, de acordo com um relatório do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais.

Esta expansão do grupo originalmente formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul foi defendida pelo presidente chinês Xi Jinping no encontro BRICS em Joanesburgo, entre 22 e 24 de agosto. O objetivo é criar um rival geopolítico para o G7.

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Como o BRICS impacta o mercado de commodities global?

A expansão do novo BRICS é uma jogada estratégica para garantir a segurança do suprimento de commodities e minas vitais. Por exemplo, a inclusão da Argentina no bloco de nações emergentes foi um passo significativo no fortalecimento do suprimento de lítio do BRICS, um componente crítico nas baterias recarregáveis.

De acordo com Gracelin Baskaran e Ben Cahill, pesquisadores que assinaram o relatório, a Argentina tem atualmente 13 projetos de lítio em andamento – mais do que qualquer outro país – e afirma que a participação do país da América do Sul no suprimento global de lítio deve aumentar de 6% em 2021 para 16% em 2030.

E como é a parceria energética dentro do novo BRICS?

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O relatório sugere que os países do novo BRICS provavelmente adotarão uma abordagem semelhante à Parceria para a Segurança Mineral dos EUA, uma iniciativa para reforçar a segurança energética para o país norte-americano e seus aliados. A cooperação energética dos BRICS servirá como um escudo contra as sanções energéticas do G7, especialmente contra a Rússia, facilitando o comércio e o investimento em energia entre os membros.

Existem desafios para o BRICS?

Sim, Gracelin Baskaran e Ben Cahill observam que mesmo que os países do BRICS estejam explorando formas de contornar o sistema financeiro dos EUA, a internacionalização completa dos pagamentos de energia em moedas outras que o dólar ainda está longe. Ainda assim, por enquanto, a expansão dos BRICS é em grande parte simbólica e representa a jornada dos países emergentes para ter um papel mais significativo na economia global.

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