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Conversas entre Mauro Cid e Bolsonaro revelam que o ex-presidente tinha conhecimento sobre a venda das joias

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Neste domingo, dia 20 de agosto, o programa ‘Fantástico’ da Rede Globo apresentou informações da Polícia Federal (PF) sobre o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e atualmente preso, desde maio deste ano.

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De acordo com as informações reveladas de conversas entre Mauro Cid e o ex-presidente, Bolsonaro teria conhecimento do esquema criminoso de venda e resgate de joias dadas de presente por delegações estrangeiras ao governo brasileiro.

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Estas joias foram presenteadas ao governo brasileiro e portanto são consideradas como patrimônio da União. Contudo, muitas delas foram adicionadas ao acervo pessoal de Bolsonaro, do qual “desapareceram”.

Com isso, uma investigação começou para averiguar a localização das joias e sob que circunstâncias elas “desapareceram”. Em razão dessa investigação Mauro Cid foi preso por venda ilegal de algumas das joias.

Recentes descobertas feitas pela equipe de investigação da PF nos celulares de Mauro Cid apontam para conversas em que Bolsonaro teria conhecimento sobre a ação criminosa envolvendo, joias femininas, kits masculinos (relógios e outros) e uma escultura de cavalo.

Segundo a investigação, apenas as joias femininas totalizaram cerca de R$ 4,15 milhões.

Mauro Cid
Foto: Roque de Sá/Agência Senado

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Caso de Mauro Cid e de Walter Delgatti podem levar à prisão de Bolsonaro?

Além das recentes revelações sobre o caso das joias houve também na última semana a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga as ações criminosas de 8 de janeiro, contou com o depoimento do hacker Walter Delgatti. 

Walter Delgatti está sendo investigado por conta de uma invasão do site do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Durante seu depoimento, o hacker alegou que houve envolvimento da deputada Carla Zambelli na invasão, a mando do ex-presidente da república, Jair Bolsonaro (PL).

Além dessa declaração, o hacker também afirmou que o ex-presidente pessoalmente o solicitou para invadir as urnas eletrônicas nas últimas eleições.

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