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Faustão e a jornada do transplante cardíaco: Entenda o processo de priorização

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Recentemente, o caso do apresentador Fausto Silva, o Faustão, de 75 anos, que está na fila para transplante cardíaco, chamou a atenção para o procedimento.

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O seu médico cardiologista, o Dr. Guilherme Viganó, explicou a situação peculiar de Fausto e o funcionamento do processo de transplante.

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O transplante cardíaco é considerado em certos momentos como a única opção possível de tratamento para pacientes cuja doença já não responde mais a intervenções clínicas por meio de medicações.

Quando um paciente é determinado como um candidato ao transplante, é geralmente porque todas as outras alternativas de tratamento foram esgotadas.

Faustão
Foto: Band/reprodução.

Como é definida a prioridade na fila de transplante?

Diferentemente do que muitos poderiam supor, a idade do paciente não determina o seu lugar na fila de espera para transplante. A prioridade é determinada com base na gravidade da condição do paciente.

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E o Faustão?

Segundo Viganó, no caso do Faustão, por exemplo, a necessidade de medicamentos contínuos para auxiliar o coração a bombear sangue foi um fator de priorização para que ele passasse na frente de outros casos.

Outros fatores que interferem no processo de transplante cardíaco

Há outros aspectos a serem considerados quando se fala de transplantes cardíacos. O tipo sanguíneo e a compatibilidade entre o doador e o paciente, por exemplo, também são fatores que podem afetar o tempo de espera na fila de transplante.

Além disso, é importante frisar que não existe restrição de idade para o doador, o que importa é a condição do seu coração.

A falta de oferta de órgãos para transplante

Viganó destaca ainda que a oferta de corações para transplante é muito baixa, e isso se deve principalmente à falta de informação e preconceitos.

Apesar dos corações ideais para transplante serem geralmente os de pessoas mais jovens, que não sofreram consequências de doenças, isso não significa que indivíduos de idade mais avançada não possam ser doadores. Cada caso é analisado de forma individual.

Outra questão levantada foi a de que a região geográfica e a distância entre os pacientes também podem interferir na lista de espera para um transplante cardíaco. Portanto, embora a fila seja comum, outras variáveis também fazem parte do processo.

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