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Banco Central revelou que o crédito rotativo vai deixar de existir!

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Na última quinta-feira, dia 10 de agosto, foi anunciado pelo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, que o crédito rotativo vai deixar de existir.

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Essa modalidade de crédito é executada quando um indivíduo não consegue pagar no mês correto a fatura de seu cartão de crédito.

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Por meio disso, o valor é “transferido” para a fatura do mês seguinte e são acrescidos juros em cima deste valor. Essa prática acaba por gerar o que fica conhecido como juros compostos, que são juros sobre juros.

Esses juros do cartão de crédito rotativo, possuem as maiores taxas do mercado, justamente por conta dos juros compostos.

Com isso, em junho deste ano, os juros do cartão de crédito rotativo chegaram ao absurdo valor de 440% ao ano, ou então 15% ao mês.

Essa modalidade rotativa é adotada por muitos consumidores para evitar cair na inadimplência, mas ao mesmo tempo, acabam gerando uma dívida muito difícil de ser paga, visto que torna-se uma bola de neve de juros.

Como o cartão de crédito rotativo vai deixar de existir?

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Crédito Rotativo (2)
Fonte: Pixabay.

Ainda que tenha sido informado por Roberto Campos Neto o fim do crédito rotativo, ainda não foi revelada qual será a solução definitiva para o mesmo. Tudo o que o presidente do Banco Central informou foi o seguinte:

“Sem rotativo, a fatura não paga iria direto para o parcelado. Deve ser anunciado nas próximas semanas, Deveríamos ter feito antes medidas para solucionar o rotativo”. 

Claramente, Campos Neto tem a intenção de diminuir a taxa de juros e a inadimplência no Brasil. Embora o crédito rotativo possa prevenir que o consumidor entre imediatamente em inadimplência, a modalidade é registrada no Sistema de Informações de Crédito do Banco Central (SCR).

Assim o “score” do CPF do consumidor diminui, fazendo com que o seu risco de inadimplência aumente, e o indivíduo tenha dificuldades ao abrir contas em bancos ou contratar serviços. 

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