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Crise na Disney? Descubra a surpreendente verdade por trás do prejuízo milionário!

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O segundo trimestre não foi fácil para a Walt Disney Company. A empresa de entretenimento revelou um prejuízo de US$ 460 milhões (ou mais de R$ 2, 2 bilhões na atual taxa de câmbio).

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Tal situação é atribuída à uma “crise de criatividade” na produção de conteúdo que resultou na recriação de filmes clássicos e sequências não tão bem recebidas pelo público.

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Essa crise também se manifestou na queda do número de assinantes do streaming Disney+. Houve uma perda de quase 12 milhões de assinantes do primeiro para o segundo trimestre deste ano.

Apesar disso, o presidente da companhia, Bob Iger, mostrou-se confiante e disse que ele acredita na trajetória de longo prazo da Disney.

Fonte: O Globo

Quais estratégias a Disney está utilizando para aumentar a receita e o lucro?

A empresa já estuda algumas estratégias de contenção, com propostas de aumentar o preço das assinaturas do serviço de streaming e cobrar taxas maiores para o compartilhamento de telas, à semelhança do que a Netflix fez recentemente.

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Iger, que retornou ao comando da Disney após dois anos de ausência, lidera esses movimentos como parte de um plano de mudança de rumo da empresa. O foco agora parece ser a lucratividade, mesmo que signifique um crescimento mais lento.

A crise na produção de conteúdo é o principal fator para a queda da lucratividade?

Nem tudo pode ser atribuído à falta de criatividade nas produções. Apesar de influenciar na queda dos números de assinantes, a baixa lucratividade e o prejuízo também são frutos de investimentos em conteúdos que não renderam o retorno esperado.

Analistas acreditam que faltam grandes lançamentos para atrair público, tanto nas salas de cinema quanto no streaming.

O remake de “A Pequena Sereia” e a sequência “Indiana Jones e a Relíquia do Destino”, por exemplo, acabaram não gerando o lucro esperado pela empresa, aumentando ainda mais o prejuízo.

Existe confiança no futuro da Disney?

Apesar dos problemas recentes, o mercado ainda vê o cenário com otimismo. A confiança reverbera na performance das ações da Disney, que mantiveram desempenho positivo em 2023, com alta de cerca de 3% no ano até agora. A principal aposta está na gestão de Bob Iger.

Analistas concordam que ele fez um bom trabalho em sua gestão anterior, entre 2005 e 2020, o que gera expectativas positivas para sua volta ao comando.

A visão é que os esforços para cortar gastos e otimizar receitas são claros e provavelmente levarão a empresa de volta ao crescimento.

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