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O ‘espião mágico’: Explorando os mistérios e riscos do TikTok

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A era digital viu um aumento massivo no uso de mídias sociais. Entre elas, o TikTok, uma plataforma de compartilhamento de vídeos curtos, que tem se destacado.

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Antes visto como uma simples curiosidade, o TikTok alcançou uma base de usuários de quase 2 bilhões, tornando-se uma plataforma de mídia central.

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Como foi possível este sucesso estrondoso? Graças à aplicação rigorosa da inteligência artificial (IA) e análise de dados.

TikTok
Foto: Reprodução/Olhar Digital

O que está por trás do crescimento do TikTok?

O TikTok baseia-se na personalização minuciosa das escolhas do usuário. Seu algoritmo analisa as preferências individuais, oferecendo conteúdo que ressoa com seus gostos e interesses.

Isso é evidenciado por seu principal feed intitulado “For You”, que serve conteúdo selecionado com base em seus hábitos de visualização e interação.

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No entanto, esta revolução cultural propiciada pela plataforma não se baseia em uma fórmula mágica de espionagem.

O aplicativo foi construído em torno de uma IA poderosa capaz de aprender as tendências do usuário através de análise de dados, obtendo insights das maneiras mais imperceptíveis, como o modo de deslizamento do dedo na tela, a carga da bateria e até o modelo do smartphone.

Quais são as implicações desse uso intenso da IA?

A utilização extensiva desse algoritmo avançado no TikTok tem seus críticos. Ativistas de direitos à privacidade apontam que tal nível de personalização pode aumentar a ansiedade e a depressão, fragmentando a atenção dos usuários.

A plataforma tem sido alvo de críticas não apenas externas, mas também internas, com usuários discutindo esses problemas dentro da própria aplicação.

Mas o que faz o TikTok ser tão viciante?

Além disso, o app é conhecido por seus vírus virais e, claro, suas “famosas danças”. A plataforma transformou-se num jogo massivo de dopamina, incentivando o consumo contínuo de vídeos curtos.

Quanto mais vídeos assistimos, mais nosso cérebro deseja continuar assistindo, criando um ciclo constante de consumo de conteúdo.

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