Vírus Bancário: Maior Ameaça aos Softwares com Foco em Ataques no Brasil e Alerte Mundial!
A crescente virtualização do mundo é uma tendência que tem gerado crescente preocupação, visto que dados sigilosos de pessoas e empresas estão sendo transferidos para softwares de acesso remoto ou local.
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Isso cria uma brecha para o desenvolvimento de vírus que atacam esses sistemas em busca de informações valiosas, como tem ocorrido frequentemente.
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Entre os dados mais cruciais para a sociedade, estão as informações bancárias, o que faz delas os principais alvos de ataques hackers. Essa inquietação é agravada pelos recentes dados que revelam o vírus bancário Qbot como a maior ameaça aos sistemas em todo o mundo, especialmente no Brasil.
De acordo com uma pesquisa da Check Point Software, renomada empresa israelense de cibersegurança, o Qbot é atualmente o malware mais prevalente no mundo, com uma taxa elevada no Brasil, chegando a mais que o dobro da média global.
Como vírus surgiu?
Criado em 2008, esse vírus se propaga principalmente através de e-mails de spam com arquivos anexados e tem como objetivo principal o roubo de dados bancários. No entanto, pode agravar-se para ataques mais graves, como roubo de senhas e ransomware, onde exige-se pagamento para evitar a divulgação de informações confidenciais.
No ranking de malwares divulgado pela empresa, somente em junho, o Qbot foi responsável por 14,7% de todos os ataques no Brasil, enquanto a média global foi de 6,6%. É relevante ressaltar que o Brasil aumentou seus números em 5% desde o mês anterior.
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Além do Qbot, o AgentTesla e o XMRig também se destacam na lista dos maiores riscos aos softwares do Brasil, ambos com taxas quase duas vezes maiores que a média global.
Essa vulnerabilidade e possível atraso tecnológico do país em relação a nações mais desenvolvidas é uma preocupação para setores como educação, saúde, transporte e pesquisa, que são os mais afetados no país.
Outro ponto de preocupação é o risco iminente nos smartphones. O SpinOk, mencionado na pesquisa da Check Point, representa a maior ameaça aos sistemas Windows, porém também se espalhou entre usuários de Android, com mais de 421 milhões de downloads em junho.
No Brasil, o SpinOk afeta cerca de 3,27% dos casos, enquanto a média global é de apenas 0,86%. Esse vírus se esconde em mais de 100 aplicativos disponíveis na Google Play Store, interage com os sistemas e rouba dados dos usuários.
Além disso, a pesquisa aponta a preocupação com o software MOVEit no cenário global, que apesar de ter poucos casos de invasão no Brasil, tornou-se invasor de grandes empresas como BCC e Shell.
A questão da segurança cibernética se torna uma pauta fundamental para proteger tanto os indivíduos quanto as empresas, a fim de mitigar riscos e garantir a integridade dos dados em um mundo cada vez mais virtualizado.