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Feminicídio: A cada 4 horas novas mulheres são vítimas

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A Lei Maria da Penha (Nº 11.340) foi uma grande conquista e uma enorme evolução em 2006 para o direito e a proteção das mulheres.

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Contudo, segundo os dados da Rede de Observatórios da Segurança, em 2022 foram mais de 2.400 casos de violência contra a mulher, sendo que desses, 500 foram feminicídios.

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Ou seja, no Brasil, a cada quatro horas uma mulher é vítima de violência e todo o dia, pelo menos uma mulher é morta por ser mulher.

Sendo assim, ainda que a Lei Maria da Penha seja de fato efetiva e tenha reduzido e muito esses números de violência contra a mulher, ainda está longe do ideal.

Com isso em mente, em 2015 sob o governo da ex-presidente da República, Dilma Rousseff, foi inaugurada em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, a primeira Casa da Mulher Brasileira.

Desde então o serviço tem apenas aumentado e recentemente sob o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, atual Presidente da República, foram anunciadas a construção de mais 40 Casas da Mulher Brasileira em território nacional.

Casa da Mulher Brasileira o que é e qual sua importância para as mulheres?

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Violências contra as Mulheres - Casa da Mulher Brasileira
Fonte: Wikipédia.

Segundo o site oficial do Governo Brasileiro, a Casa da Mulher Brasileira é um espaço com serviços especializados aos mais diversos tipos de necessidades das mulheres contra a violência no país. 

Os seus serviços incluem: acolhimento e triagem, apoio psicossocial, delegacia, juizados e varas especializadas, Ministério Público, Defensoria Pública, promoção da autonomia econômica, central de transportes, brinquedoteca, alojamento de passagem e serviços de saúde.

Então vendo-se a necessidade e importância dessas casas para as mulheres no país, nos dias 17 e 18 de julho respectivamente, ocorreu em Brasília o 1º Encontro Nacional das Casas da Mulher Brasileira. O objetivo do encontro segundo a Ministra das Mulheres, Cida Gonçalves é:

“Para que não tenhamos cada local com uma casa isolada, sozinha, nós precisamos ter uma linha de atendimento, uma linha da qualidade, da efetividade do resultado, enquanto uma política nacional que vai dar conta de respaldar a vida das mulheres e garantir segurança no atendimento”.

Outra fala importante a ser destacada é a da Ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, a qual falou o seguinte:

“Estamos falando de mulheres indígenas, negras, de periferia, quilombolas e ribeirinhas que estão em todos os lugares onde a violência também está muito presente. Então é muito importante essa adequação, esse olhar especial para essa diversidade. Não podemos mais pensar em uma casa com atendimento de forma padronizada”.

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