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Desafiando a realidade: Comercial com deepfake de Elis Regina provoca debate sobre os perigos futuros da IA

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Hoje em dia, é praticamente impossível encontrar alguém com conexão à internet que não tenha ouvido falar de Inteligência Artificial (IA).

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Enquanto muitos se familiarizaram com a IA por meio do ChatGPT, ela tem capacidades que vão muito além da simples geração de texto, incluindo, por exemplo, reviver pessoas digitalmente.

No mais recente anúncio da Volkswagen, eles utilizaram a IA para dar vida à saudosa cantora brasileira Elis Regina, que aparece em uma performance conjunta com sua filha, Maria Rita.

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Por um lado, muitas pessoas se emocionaram com o fato de que ambas apareceram juntas cantando a música ‘Como Nossos Pais’ de Belchior. 

Entretanto, não foram todas as pessoas que ficaram emocionadas ou contentes com o feito, na realidade a grande maioria ficou profundamente incomodada.

Muitos apontam para o fato de que Elis Regina foi uma mulher completamente e abertamente contra a ditadura, enquanto a Volkswagen era uma apoiadora.

Além disso, as pessoas se questionam, afinal agora as IAs podem ser utilizadas para recriar a imagem de alguém mesmo após sua morte, então de fato não há mais limites?

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Repercussão da campanha com a IA de Elis Regina

Elis Regina comercial
Fonte: Volkswagen/reprodução.

O comercial em questão foi criado para promover o novo veículo da empresa, uma repaginação e modernização da antiga Kombi. O novo veículo se chama ‘VW ID. Buzz 2023’ e foi apresentado por meio do comercial com Elis Regina em uma convenção de 70 anos da Volkswagen.

Rapidamente quando o comercial foi disponibilizado para o público, diversos comentários apareceram no Twitter falando sobre o fato de que Elis Regina estava presente naquele comercial.

A CNN procurou a montadora para questionar sobre a repercussão do caso, e a Volkswagen respondeu o seguinte:

“O objetivo da campanha era criar um momento único, por meio da inteligência artificial, reunindo Elis Regina, uma das maiores cantoras da história da música brasileira, e sua filha Maria Rita, ícone atual da MPB. A utilização da imagem de Elis Regina na campanha foi acordada com a família da cantora”.

A elaboração de uma campanha desse calibre carrega consigo o potencial de se tornar um problema significativo no futuro, pois indica que nem mesmo os falecidos estão imunes às manipulações de deepfakes.

Obviamente, não era essa a intenção da Volkswagen, mas essa tecnologia poderia ser usada indevidamente por indivíduos ou grupos mal-intencionados.

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