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Crime inovador no Rio: Quadrilha de sequestros-relâmpago exige transações via Pix das vítimas

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Sequestros-relâmpago para roubo de PIX no Rio de Janeiro preocupam moradores e autoridades. Saiba como anda a investigação e dicas!

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Recentemente, os sequestros-relâmpago para roubo de PIX se tornaram uma prática comum no Rio de Janeiro, causando preocupação e mudando drasticamente a rotina dos moradores dos bairros afetados.

Os criminosos se aproveitam de momentos em que as vítimas estão vulneráveis, como saindo de casa ou entrando no carro, para abordá-las e obrigá-las a realizar transferências através do PIX.

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Em muitos casos, os bandidos usam armas e violência para coagir as vítimas, fazendo com que elas gravem mensagens pedindo dinheiro aos seus contatos.

Algumas vítimas relatam a experiência de ter passado sob a mira de uma arma durante o ataque, tornando a situação ainda mais aterrorizante.

pix 1 ; Imposto de Renda ; sequestros-relâmpago
Fonte: Olhar Digital

Como os criminosos agem nos sequestros-relâmpago?

Durante o sequestro, os bandidos geralmente exigem que as vítimas forneçam a senha do telefone celular e dos aplicativos bancários.

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Em seguida, forçam-nas a realizar transferências através do PIX para contas fornecidas pelos criminosos. Caso as vítimas não consigam realizar a transferência pelo próprio celular, os bandidos já estão de posse das informações necessárias para realizarem o roubo digitalmente.

Quais são as consequências para as vítimas e suas comunidades?

Além do roubo de dinheiro e do trauma sofrido durante o sequestro, as vítimas e as comunidades afetadas sofrem com um sentimento de insegurança generalizado.

A empresária Elisabete da Costa Maia, uma das vítimas dessa modalidade de crime, afirma que teve dinheiro de sua poupança e limite especial roubados pelos criminosos que a sequestraram.

O comerciante Sérgio Maia Costa, que é dono de um bar no bairro há cinco anos, conta que conhece pelo menos nove casos de crimes semelhantes na vizinhança e que o movimento caiu por causa dos sequestros.

“Antes, as pessoas ficavam aqui até tarde. Agora, não. Quando é 21h30, 22h no máximo, vai todo mundo embora com medo de ficar. Até eu, na hora de fechar, eu fico preocupado”, relatou o comerciante.

O que a polícia está fazendo sobre os sequestros-relâmpago?

A Polícia Civil do Rio de Janeiro afirmou que está apurando os fatos e tentando identificar os autores dos crimes, além de reforçar a importância do registro de todas as ocorrências.

A 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes), que é responsável pela área, investiga a atuação de uma quadrilha na região.

É fundamental que as vítimas e seus parentes registrem o boletim de ocorrência e colaborem com as investigações, fornecendo informações detalhadas sobre os criminosos e os eventos.

Ainda, inúmeras pessoas nas comunidades afetadas adotaram medidas de precaução adicionais, como monitorar o horário de saída e chegada de familiares e amigos e evitar andar sozinho durante a noite.

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