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Shein expande negócios no Brasil com fabricação local

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A empresa Coteminas, que pertence ao presidente da Fiesp, Josué Gomes da Silva, firmou um acordo com a varejista chinesa Shein, que prevê que cerca de 2 mil clientes confeccionistas da empresa se tornem fornecedores da companhia asiática para atender os mercados doméstico e da América Latina.

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O acordo envolve o financiamento para capital de trabalho e contratos de exportação de produtos para o lar.

Josué foi quem intermediou a reunião entre a Shein e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, especialmente após a polêmica sobre sonegação de impostos nas compras em sites estrangeiros que vendem para o Brasil.

fernando haddad ; shein
imagem: Estadão

Josué é filho de José Alencar, ex-vice-presidente de Lula, e tem se aproximado de alguns integrantes do governo, incluindo Haddad.

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O mercado

Em relação à disputa envolvendo a taxação de marketplaces asiáticos, o presidente da Fiesp, Josué Gomes da Silva, desempenhou um papel importante no acordo alcançado com a varejista chinesa Shein.

A empresa concordou em nacionalizar a maioria das suas vendas no Brasil nos próximos quatro anos e investir R$750 milhões no setor têxtil brasileiro, gerando até 100 mil empregos indiretos no país nos próximos três anos.

A polêmica teve início quando o governo brasileiro decidiu impor tributação nas vendas dos sites de e-commerce asiáticos, acabando com a isenção de tributos nas importações de até US$50 entre pessoas físicas, suspeitando de simulação de compras entre indivíduos para evitar o pagamento de impostos.

Depois de uma semana, o governo recuou da decisão de taxação e, no dia seguinte, a Shein anunciou seus investimentos no país.

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Parcerias da Shein

Em geral, o presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), Fernando Pimentel, considera positiva a parceria intermediada pela Coteminas entre os confeccionistas nacionais e a Shein, desde que os investimentos anunciados venham acompanhados de novas tecnologias e modelos de negócios.

Entretanto, após o acordo do governo com a Shein, Pimentel defende a taxação das plataformas de comércio eletrônico asiáticas, argumentando que elas precisam pagar os devidos impostos para internalizar suas produções asiáticas no território brasileiro.

O diretor executivo da Associação Brasileira do Varejo Têxtil (Abvtex), Edmundo Lima, também apoia a aplicação da legislação já vigente no país e alerta que a falta de taxação das plataformas asiáticas coloca em risco o parque industrial brasileiro de produção de vestuário e calçado, podendo aumentar o desemprego no país.

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