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Ataques em escolas: Lula declara que escolas não serão “prisões de segurança máxima”

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Após diversos ataques em escolas espalhadas por todo o Brasil, o presidente Lula (PT) se manifestou por meio de um discurso contra o armamentismo. Segundo ele, não se combate violência nas escolas transformando o ambiente em “prisões de segurança máxima”.

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O armamentismo é um termo que se refere ao processo de concessão de armas por um país. O fenômeno pode ser impulsionado por diversas razões, como a busca por poder político, a proteção contra ameaças externas, a defesa dos interesses nacionais, entre outros.

Prevenção de ataques em escolas

Em reunião com chefes dos três Poderes, governadores e prefeitos no Palácio do Planalto, na última terça-feira (18), o Presidente Lula se posicionou firmemente sobre o que acha das medidas para combate de ataques em escolas. Participaram da reunião:

  • Lula e o vice-presidente Geraldo Alckmin;
  • Rosa Weber, presidente do STF (Supremo Tribunal Federal);
  • Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Senado;
  • Alexandre de Moraes, presidente do TSE;
  • Luiz Philippe Vieira de Mello, ministro do TST (Tribunal Superior do Trabalho);
  • Governadores ou vice-governadores dos Estados;
  • 8 ministros de Estado;
  • Líderes do governo no Congresso; senadores Jaques Wagner (PT-BA) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e o deputado José Guimarães (PT-CE);
  • Alguns prefeitos, representados por Edvaldo Nogueira, de Aracaju, presidente da FNP (Frente Nacional dos Prefeitos).

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“Não vamos transformar nossas escolas em prisões de segurança máxima, não tem dinheiro para isso e nem é o politicamente, humanamente, socialmente correto”, disse o Presidente da República Lula.

Na reunião, a maioria dos discursos deixaram claro que o foco será o combate ao ódio na internet e à questão armamentista. Isso porque Lula disse que o problema não vai ser resolvido só com dinheiro, elevando o muro da escola e colocando detector de metais.

“Nós estamos colhendo o que a gente plantou, os discursos que são feitos por esse país afora. Há uma predominância do discurso de violência”, afirmou Lula.

Ações de prevenção aos ataques em escolas

Flávio Dino, atual ministro da Justiça e Segurança Pública, informou que cerca de 225 pessoas foram presas ou apreendidas nos últimos dez dias. Ele ainda completa dizendo que 1.224 casos estão em investigação. Para combater os ataques em escolas o governo anunciou R$ 3,1 bilhões em medidas. São elas:

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  • Campanha de comunicação nacional para sensibilizar e orientar sobre a questão de violência nas escolas;
  • Recursos direcionados a Assistência Primária a Saúde para cidades que aderirem ao programa Saúde na Escola;
  • Investimento para infraestrutura, equipamentos, formação e implantação de núcleos de apoio psicossocial;
  • Programas de formação para professores e gestores sobre proteção e segurança nas escolas.

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