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Ministério Público pede internação do jovem que atacou escola

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Ministério Público lamenta episódio e investiga circunstâncias do crime na escola estadual Thomazia Montoro. Confira o que sabemos!

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Na última segunda-feira (27), um estudante do oitavo ano do ensino fundamental cometeu um ataque com faca contra a professora Elisabeth Tenreiro, de 71 anos.

As câmeras de segurança da escola registraram o momento do ataque, em que o adolescente, usando uma máscara de caveira, entrou correndo na sala de aula e atacou violentamente a professora pelas costas, que não percebeu sua aproximação.

Alguns alunos tentaram fugir, mas foram atacados pelo estudante. Um segundo vídeo mostra o adolescente atacando outra professora antes de ser imobilizado por outras duas mulheres.

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Fonte: Metrópoles

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O aluno agressor era novo na escola, tendo sido transferido para lá em março após a funcionária do colégio anterior registrar um boletim de ocorrência sobre seu comportamento agressivo.

No entanto, o secretário estadual de Educação, Renato Feder, afirmou que a nova escola “foi pega desprevenida”, já que a diretora não recebeu nenhum aviso sobre o histórico do estudante.

O Ministério Público pediu sua internação provisória e instaurou um procedimento para avaliar as circunstâncias do incidente e as medidas de proteção da escola.

Decisão do Ministério Público

Na terça-feira (28), o Ministério Público solicitou a internação provisória do adolescente responsável pela morte da professora Elisabeth Tenreiro na escola estadual Thomazia Montoro, na Vila Sônia, zona oeste de São Paulo.

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A promotora Luciana de Paula Leite Rocha Del Campo, da Promotoria de Justiça da Infância e Juventude da Capital, apresentou o pedido e aguarda a decisão do Tribunal de Justiça.

Em nota, a Promotoria lamentou o ocorrido e reforçou o compromisso em atuar para prevenir casos semelhantes.

A instituição também destacou a importância de fortalecer os mecanismos de proteção e pacificação de conflitos nas escolas.

O Ministério Público informou que o Geduc (Grupo de Atuação Especial de Educação) iniciou uma avaliação do funcionamento da escola e das circunstâncias que possam ter contribuído para o trágico desfecho violento.

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