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Engajamento do Novembro Negro: Como empresas devem agir ao longo do mês e além?

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O dia da Consciência Negra se faz um ótimo ponto de partida para conscientização do corpo de funcionários a refletir, pensar, debater e construir políticas de inclusão.

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Uma data não apaga todo um contexto histórico. Portanto, ações sobre pessoas negras devem sempre contar com integrantes da comunidade e buscar repercussão e resultados para além do dia 20.

Rian Damasceno, estudante de jornalismo e estagiário do Linkedin, publicou alguns pontos que não devem ser algo momentâneo do penúltimo mês do ano. Sempre será sobre conscientização de uma comunidade. Portanto, ele aponta três fatores importantíssimos.

O primeiro deles é o de destacar a cultura negra. Ao criar uma programação que valoriza a culinária, música, arte, literatura, religião, história e conquistas afro-brasileiras, o ambiente se torna extremamente enriquecedor.

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Damasceno ressalta sobre mais hipóteses para colocar a comunidade preta no topo. Bem como a realização de uma feira de livros de autores negros, disponibilização de filmes sobre negritude ou montagem de uma exposição.

Assim, o estudante destaca a importância das palestras:

“As apresentações podem focar em conscientizar os colaboradores sobre a luta contra o racismo e informar sobre o papel de pessoas brancas no movimento antirracista.”

Além disso, ele ressalta que ouvir intelectuais negros que são especialistas no setor de atuação da empresa também é de suma importância.

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“Palestrantes negros não precisam falar só sobre racismo e nem só em novembro”, foi pontuado por Rian.

Concluindo, Damasceno fala sobre o desenvolvimento de lideranças negras e treinamentos de inclusão étnico-racial. Enfatizando assim, que a data é mais um momento de oportunidade para lançar programas de desenvolvimento de lideranças negras.

Ele fala no investimento de projetos para funcionários pretos e pardos:

“Oferecer treinamentos sobre vieses inconscientes, empatia, políticas afirmativas e letramento racial para gestores e para profissionais de recursos humanos pode trazer bons resultados.”

Karen Santos, CEO & Co-Founder na UX para Minas Pretas, também publicou no Linkedin uma série de oportunidades para refletirmos acerca do momento crucial de desvalorização da comunidade negra.

Ela pontua algo muito desejado: o “querer” dar voz à pessoas negras. Ressaltando que pessoas negras possuem tal voz, porém, ao oportunizá-la, atentar-se a possíveis ofensas.

Mencionando como isso pode ocorrer sem soar capacitista, ela propõe três frases que podemos utilizar. Tais como:

“Desejo trazer oportunidades para pessoas negras”; “Desejo ampliar o espaço para pessoas negras”; “Desejo apoiar pessoas negras”.

A também LinkedIn Top Voice 2022 comenta sobre o ganho de visibilidade com esta promoção, qualificando-se como uma empresa diversa. Ela ressalta que todo o repertório, como cultura, experiência, trajetória e vivência possuem um custo.

Portanto, Karen pontua que o preço por isso merece ser justo e não barato:

“Ao convidar alguém para um evento, você pode: pagar; fornecer algum suporte através da sua empresa; arcar com custos, como internet, luz e alimentação; fazer uma contrapartida honesta e realista.”

Ela também está na lista da Forbes Under30, destacando seu trabalho de sucesso feito por si. Ou seja, não há reconhecimento sobre o trabalho feito por pessoas não negras.

“Não crie eventos, conteúdos, produtos ou serviços para pessoas negras, sem as pessoas negras.”, diz ela no post.

Karen também é uma das 500+ influente da América Latina e coloca perfeitamente na publicação um estereótipo sobre pessoas negras: falar somente sobre dor. Explicando demais assuntos que a comunidade deseja falar, ela pede que pautas negras não sejam somente no ponto negativo.

Ela exemplifica outros assuntos com diferentes perspectivas, como cultura, vivências, conquistas, afeto, saúde, autocuidado, tecnologia, ciência, liderança, empreendedorismo, negócios, música, literatura, beleza, moda, turismo e finanças.

Mais um ato que é esperado da comunidade negra é acerca do posicionamento. Karen explica que a cobrança dói. Ela questiona sobre “[…] ver o que ela [pessoa preta] acha sobre o assunto, você pensou ou perguntou se ela se sente à vontade em falar sobre aquilo naquele momento?”

Ela conclui este tópico abordando que o posicionamento gera inúmeras interpretações. Este ainda pode invalidar um discurso sobre o assunto e a vivência tida pode abrir feridas passadas. Tais atos geram profundo descontentamento e desconforto.

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