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Após denúncias, MPT pede condenação de ex-presidente da Caixa

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Foi pedido pelo Ministério Público do trabalho (MPT) nesta última quinta-feira (29), a condenação do ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, pelas denúncias de assédio sexual, moral e discriminação contra funcionários da agência bancária. A primeira denúncia foi realizada em junho de 2019. Nesse período, Guimarães estava apenas a seis meses no cargo de presidência.

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Caixa, Pedro Guimarães
Funcionárias da Caixa realizaram protestos exigindo punição.

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A ação realizada contra o executivo foi assinada pelo procurador do trabalho Paulo Neto, o MPT pede com que a Justiça condene Guimarães a pagar 30,5 milhões de reais, e ainda reivindica com que os membros do Conselho de Administração da empresa sejam condenados, por terem sido omissos às fiscalizações das atitudes dos dirigentes da estatal.

Também é solicitado pelo Ministério Público do trabalho (MPT), que o banco pague 305 milhões, também por omitir tais fatos.

Todos os valores tem o intuito de direcionar o pagamento de reparação de danos morais às vítimas envolvidas no caso, para reverter a um fundo que visa proteger os direitos dos trabalhadores.

A defesa de Pedro Guimarães alega que está ação do MPT tem vínculo com a proximidade da época eleitoral, e então, negam todas as acusações. Porém, desde junho, Guimarães já vem sofrendo consequências das denúncias que foram expostas pelo site Metrópoles, desde de então ele perdeu o posto de presidência da Caixa.

Entretanto, antes de deixar o cargo, a Caixa já havia recebido mais de seis queixas. Duas em julho e setembro de 2019, uma em novembro de 2020, uma em setembro de 2021 e duas em dezembro de 2021.Outra queixa foi realizada em maio deste ano, antes do escândalo vir à tona.

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O Conselho de Administração e a Caixa Econômica Federal, manifestaram total repúdio contra todo e qualquer desvio de conduta dos seus colaboradores. Enfatizam que tomaram todas das providências necessárias para investigação das denúncias, resguardo e proteção dos denunciantes e também da própria do próprio banco.

Além disso, a instituição divulgou ações que foram implementadas, desde que as denúncias tomaram visibilidade, como por exemplo, a formação de um comitê independente para realização de investigações.

Embora externasse essa postura, a Caixa foi bastante criticada pelo procurador do caso que afirmou que a instituição não tomou providências para que as denúncias fossem investigadas de imediato, pois não encaminharam o ocorrido para o Conselho de Ética da própria agência, e nem para o Conselho de Ética Pública, atrelada à Presidência da República.

Os números de denúncia, de 2018 para 2019, ano em que Guimarães assumiu o cargo quase triplicou, indo de 131 para 363. As apurações pelo MPT seguem em aberto.

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